Monday, November 13, 2006

Vencer sem convencer...

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Taça de Portugal - 3.ª eliminatória
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Há quem diga que no final de 90 minutos de bola, o que realmente importa é o resultado. Na prática é assim mesmo... e mais a mais numa prova como a Taça de Portugal, em que quem perde é irremediavelmente arredado da prova.
Não é, no entanto, menos verdade que uma boa exibição enche o olho, credibiliza o triunfo, dá confiança aos adeptos e ao colectivo.
Esse foi o problema do Varzim: venceu mas não convenceu.
E quem viu a turma alvi-negra no arranque da partida, certamente terá ficado convencido que o Leça ia na enxurrada de golos.
Um tento madrugador de Emanuel (a aproveitar uma falha do guardião visitante) foi uma excepção no depauperado sector de concretização poveiro.
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O Varzim aproveitou a vantagem para apertar o Leça contra as cordas... mas na hora de atirar a matar, falhou por azelhice (Denilson aos 12 minutos) falhou por azar (Denilson ao poste), falhou... exasperantemente, FALHOU!
E no futebol, lugares comuns nem sempre são verdades lapalisianas... são teses (quase cientificamente) comprovadas. Quem não marca, sofre... ou habilita-se pelo menos.
E o Leça fez pela vida. Fez das limitações as forças para embaraçar os pupilos de Horácio e, numa atitude digna de Taça (afinal, a festa do futebol) partiu para cima do Varzim, trocou as voltas à defesa e pôs o marcador a funcionar. Jerónimo, fruto da escolas varzinistas, meteu com conta e peso para Hugo Paiva que, inapelavelmente, fuzilou Barbosa.
Surpresa? Só para quem não via aquele jogo... o Leça veio à Póvoa discutir o jogo.
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Mas foi com inteira justiça que no segundo tempo, a turma alvi-negra deu a volta por cima. E bastaram 30 minutos. Couto foi expulso e o Leça passou a jogar com 10. O Varzim tirou partido da vantagem e deu mais um 'soco' na turma matosinhense: Denilson redimiu-se das falhas da etapa primeira e aos 75 minutos cumpriu a missão, levando a bola ao fundo das redes de Nuno. Daí para a frente, o Leça ainda esbracejou, provocando uma ou outra situação embaraçosa ao guarda-redes poveiro Rui Barbosa. Mas o golo não aconteceu.
E dúvidas houvesse quanto à superioridade alvi-negra, Rafael Cadorin dissipou-as: ao cair do pano, o lateral brasileiro aliviou os adeptos poveiros e fez o 3-1 que selou a passagem do Varzim à quarta eliminatória da Taça de Portugal.
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3 comments:

Anonymous said...

O Leça ainda existe???

Anonymous said...

www.ultras-portugal.blogspot.com

CDT said...

é desta perguntas inteligentes que eu gosto de responder claro que existe pa então o varzim não jogou contra eles é sinal que existem!. Correm é o risco de ficar sem estádio porque ele foi a hasta publica e não se foi vendido ou não!. A petrogal ate o podia comprar visto que esta lá a beira e fazia daquilo uns depositos de combustivel. lol.
Clube que ja esteve na super-liga esta agora na 3 em fim acontece a muitos